Disse Que :
Trazendo reflexão a corporação !!!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
.: PARA CONHECIMENTO DE TODOS!!!!!!!!!!A PM JÁ PARALI...
.: PARA CONHECIMENTO DE TODOS!!!!!!!!!!A PM JÁ PARALI...: O INICIO! PARALIZAÇÃO DAS VTRS NO 8ºBPM! (PMERJ) PARABENS AOS BRAVOS POLICIAIS, DE SETORES DE VTR, DE TODA CIDADE DE CAMPOS, DO 8ºBPM, QUE N...
domingo, 14 de novembro de 2010
Punição, prisão, expulsão da corporação. Essas são, segundo a própria Polícia Militar, as medidas tomadas pelo comando das Polícias Militares frente a episódios de corrupção e outros desvios de conduta envolvendo oficiais e praças da corporação.
A sociedade se exaspera, se manifesta, cobra punição – como, por exemplo, no recente caso da morte de Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, quando dois policiais teriam recebido propina para liberarem o motorista que atropelou o jovem.
De prevenção aos desvios de conduta por parte dos PMs, pouco ou nada se falava na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Segundo a PMERJ, desde 2007 foram expulsos 757 servidores – só em 2010, entre os meses de janeiro e maio, foram 47 expulsões. Ainda de acordo com a corporação, o principal desvio de conduta cometido pelos policiais militares é a concussão - uso do cargo para tirar vantagem.
Para tentar mudar esse quadro, a PMERJ lançou o Programa de Prevenção ao Desvio de Conduta Policial Militar cujo objetivo é promover junto aos policiais uma reflexão sobre os prejuízos causados à sociedade, aos integrantes da corporação e aos seus próprios familiares pelos seus desvios de conduta. Além disso, o programa visa a resgatar os valores morais e a conduta ética necessária à profissão de policial militar.
O pacote conta com workshops, atividades lúdicas e interativas, exibição de curtas-metragens educativos (exibidos durante os horários de almoço ou trocas de serviço) e um programa integrado de valorização do policial militar.
A principal atividade do programa é a peça “O preço de uma escolha”, “de caráter completamente inovador na PM e muito diferente das habituais construções doutrinárias voltadas para os policiais”, como definiu o comandante-geral da PMERJ, coronel Mário Sérgio Duarte (foto acima), na apresentação de estreia da peça – que marcou também o lançamento oficial do Programa de Prevenção.
Uma peça de e para PMs
A peça conta a história de uma família em que três irmãos são policiais e têm no pai, também policial, a maior referência. Um dos irmãos se envolve em um crime de sequestro e é preso. A peça mostra a crise na estrutura familiar que este episódio gera e as reflexões de cada personagem. Escrita e dirigida por um policial militar, o sargento Sidney Guedes, o roteiro é encenada por PMs do grupo cênico “Disse que”.
“Trabalhei profissionalmente com teatro fora da corporação, conciliando atuação e direção com a escala de trabalho na PM. Por isso, poder fazer teatro dentro da corporação, para mim, é uma alegria – porque vejo que predomina um pensamento de avanço”, comemora Guedes, que também é professor de teatro do projeto Echoa. O sargento já trabalha com dramaturgia desde 1984, antes mesmo de se tornar policial militar, e atuou e dirigiu em casas como o CCBB e o Teatro Bibi Ferreira.
Guedes diz ter encontrado um grupo de atores comprometidos com a proposta da peça. Para ele, isso explica o ótimo resultado conseguido em tão pouco tempo. Mesmo sem nunca ter atuado profissionalmente, o elenco levou apenas dois meses para ensaiar e colocar a peça em produção.
O soldado Fábio Sarmeiro, que representa o irmão mais novo, acredita que a peça vai dar resultado justamente por não ter um viés moral, mas de estímulo à reflexão. “A peça ilustra uma situação muito real. Isso é o que vemos no dia-a-dia na ruas, não tem jeito, a gente vê amigos serem presos. Se temos como dar um recado usando uma ferramenta inusitada e poderosa como o teatro, isso é ótimo”, afirma Sarmeiro. O elenco da peça conta ainda conta com mais cinco policiais militares: os sargentos Kátia Cavassa, Paulo Roque e Denise Branquinho, e os cabos Marcos Passos e George Fonseca.
“O intuito destes encontros, que continuarão acontecendo daqui para frente, é que os comandantes e chefes de pessoal aprendam a identificar a personalidade de cada policial dentro de sua unidade e quais fatores podem levar esse policial a sair de seu equilíbrio. Assim, os PMs podem ser designados para trabalhar em áreas nas quais estejam menos expostos”, conta.
Ela explica que fatores como estresse, baixas auto-estima e qualidade de vida no trabalho levam os policiais a praticarem desvios de conduta. Os baixos salários também, mas estes, segundo a capitão Silvana, não estão na alçada da atuação do Programa de Prevenção ao Desvio de Conduta Policial Militar. “Ofereceremos unidades com alojamento e alimentação, melhoramos a escala de serviço, oferecemos uma semana de saúde na unidade. Enfim, tentamos trazer melhorias à qualidade de vida do policial militar, que é uma maneira de inibir os fatores que os levam a cometer desvios de conduta”, comenta.
Para o diretor da peça, sargento Guedes (na foto com a capitão Silvana), algo muito comum entre os policiais que cometem desvios de conduta é ostentar uma posição, ter status e poder. Segundo ele, os policiais que estão cometendo desvios de conduta começam a ostentar esse estereótipo. “Hoje somos respeitados pela nossa capacidade de consumo. Se você consome, você é alguém”, explica.
O coronel Carlos Eduardo Millan Guimarães, atual chefe de gabinete do comandante Mário Sérgio Duarte, ressalta que o desvio de conduta é, muitas vezes, não só um erro da polícia, mas da sociedade em geral, que também participa da corrupção e que muitas vezes julga o policial, se esquecendo que ele também faz parte da sociedade. Ele acredita que uma mudança na PM requer a participação de todos.
Polícia monta peça de teatro no Carlos Gomes contra a propina
Publicada em 28/07/2010 às 22h55m
Martha Neiva MoreiraRIO - O palco onde grandes nomes do teatro, como Dulcina, Ítala Fausta e Bibi Ferreira, interpretaram clássicos da ficção cedeu espaço na tarde desta quinta-feira para policiais militares encenarem uma tragédia da vida real. Sem cenário e contando apenas com um refletor de luz, quatro sargentos, um cabo e um soldado, todos da ativa, estrearam, no Teatro Carlos Gomes, no Centro, a peça "O preço de uma escolha". O roteiro é conhecido: trata da história de um policial envolvido em um caso de corrupção. E a ideia de levá-la ao palco foi do alto comando da Polícia Militar, que lançou, em abril, o Programa de Prevenção ao Desvio de Conduta, do qual a peça é uma das principais ferramentas.
- Até então, tínhamos apenas formas de punir. Desde abril, estamos investindo na prevenção, incentivando o policial a pensar qual o seu papel e sua responsabilidade social - disse o coronel Mário Sérgio Duarte de Brito, comandante-geral da PM, para quem a sociedade também deve refletir sobre o pagamento de propina. - A população também tem um papel e deve pensar a respeito. A corrupção tem dois lados: o corrompido e o corruptor.
A peça, dirigida pelo sargento e ator profissional Sidney Guedes, durou 40 minutos e foi assistida por cerca de 500 policiais.
Polícia do Rio monta peça de teatro contra desvio de conduta
29/07/2010 - 09h50 | da Folha.com
Usado também para melhorar a imagem da corporação junto à opinião pública, o espetáculo faz parte do Programa de Prevenção ao Desvio de Conduta, lançado neste ano pela Polícia Militar.
Dirigida pelo sargento e ator Sidney Guedes, a peça contou em sua estreia, nessa quarta-feira (28), com a presença de aproximadamente 500 policiais na plateia. Veja mais na reportagem da TV UOL.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
O Teatro Político de Antonin Artaud
É possível falar em um teatro político de Artaud? Teatro metafísico, teatro alquímico, teatro da crueldade, são definições que o próprio autor propõe, na tentativa de definir e fazer entender suas propostas. Mas, teatro político?
Artaud quer uma revolução, quer mudanças sociais radicais. O teatro para Artaud é um meio para que estas mudanças aconteçam. Erroneamente, suas propostas são muitas vezes entendidas desconectadas de sua visão social e política. Ele, todavia, não tem em vista fins sociológicos imediatistas, nem propostas político-partidárias. Aliás, este foi um dos principais motivos de seu rompimento com os surrealistas[1] quando estes aderiram ao comunismo (ARANTES: 1988: 75).
Artaud “tem consciência dos problemas suscitados pela reificação dos homens e da nítida situação de exploração reproduzida, dia após dia pela máquina capitalista. Tem consciência dos problemas sociais-políticos e econômicos de seu tempo” (FELÍCIO, 1996: 115). Artaud não mergulha em sua insanidade em uma busca mística desconectado da realidade que o cerca. Analisando o capitalismo, reconhece que este não consiste apenas em um modo de produção material, “mas em um modo de produzir a vida” (ARANTES, 1988: 76). Por outro lado, se posiciona também contra o comunismo e o critica por que acredita que este se ocupa das mesmas questões que o capitalismo, apenas propondo a transferência do poder da burguesia para o proletariado, atendo-se à produção material, ao desenvolvimento técnico com fins de melhoria das condições materiais da vida, atingindo assim “apenas as aparências superficiais” .
A revolução artaudiana[2] quer explodir os fundamentos do mundo moderno, subverter pela raiz os hábitos de pensamento atuais e, em suas palavras, “descentrar o fundamento atual das coisas” (ARTAUD in ARANTES, 1988: 76 e 77). Constatando a decadência da sociedade ocidental, em suas idéias, costumes e valores, propõe uma “revolução inútil”, que não atinge o imediato, mas que trabalha no âmbito virtual, questionando e minando os valores reinantes. Vera Lúcia Felício destaca isto ao afirmar que:
“Se o teatro é o meio escolhido por Artaud, é por que ele crê ser o único meio que age diretamente sobre a consciência das pessoas, portanto, um instrumento ativo e enérgico, capaz de revolucionar a ordem social existente. (...) O Teatro da Crueldade só pode crer numa revolução que atinja destrutivamente a ordem e a hierarquia dos valores tradicionalmente aceitos como absolutos” (FELÍCIO, 1996: 113).
A subversão destes valores é fundamental para Artaud. Ele reconhece que a confusão e a ruptura fragmentam o indivíduo e a sociedade. Por isto acredita que a revolução precisa ocorrer “pela cultura, na cultura”.
No prefácio de O teatro e seu duplo, ele reflete sobre a cultura contrapondo duas diferentes formas de compreendê-la. Uma, dominante na sociedade ocidental, coloca a cultura como algo separado da vida, como um sistema de conhecimentos, informações, instrução. Esta visão de cultura traz consigo uma noção elitista e dualista – o culto e o inculto – a idéia da “aquisição” de cultura que remete a uma desconexão. “Como se de um lado estivesse a cultura e do outro a vida; e como se a verdadeira cultura não fosse um meio refinado de compreender e exercer a vida” (ARTAUD, 1993: 04).
Em oposição a esta “idolatria da cultura”, ele apresenta a idéia da “cultura em ação”, que se torna no homem como que um novo órgão, uma espécie de segundo espírito e que rege as ações mais sutis, o espírito presente nas coisas. Artaud acredita na existência de forças latentes capazes de se manifestarem pelo totemismo que o Ocidente não mais considera. Esta cultura é a autêntica, segundo ele, e as relaciona com os manas (que surgem pela identificação mágica). A cultura funde-se com a vida e a vida com a cultura, promovendo a integração do ser humano. Assim, a dicotomia corpo e espírito do ocidente, presente na primeira definição de cultura, não encontra espaço porque não distingue as forças da natureza, das divindades e do ímpeto humano que dá sentido à vida. “A verdadeira cultura pressupõe uma modificação integral, mágica, do ser no homem, numa união entre corpo e espírito, em que este último é cultivado no corpo que, por sua vez, trabalha o espírito” (FELÍCIO, 1996: 121).
A revolução de Artaud passa por uma transformação na maneira da sociedade compreender a vida, de dicotômica a fusional. O idealismo artaudiano pretende transformações nas estruturas mais profundas, na forma da sociedade viver suas relações, não como indivíduos isolados, mas como um ser integrado ao social. Neste sentido quer uma recuperação das raízes pré-modernas, quando a vida não podia ser compreendida separada da religião. Desta mesma forma, não há para Artaud separação da arte e da vida, pois estas estão envolvidas pela mesma força metafísica. A arte não se encontra como algo a se apreciar, mas como algo a ser vivido.
Ele afirma que “no ponto de desgaste a que chegou nossa sensibilidade, certamente precisamos antes de mais nada, de um teatro que nos desperte: nervos e coração.” (ARTAUD, 1993: 81). Através do teatro, Artaud pretende abalar sensorial e espiritualmente o espectador, desenvolver sua sensibilidade, colocá-lo em um estado de percepção mais apurado para transformar a consciência. Os nervos e o coração não estão dissociados, mas são veículo um para o outro. “Não se separa o corpo do espírito, nem os sentidos da inteligência” (ARTAUD, 1993: 83). Felício, em seus estudos sobre Artaud, destaca a existência destes dois aspectos no Teatro da Crueldade: um físico, exterior (gesto, imagens, sons), que é direcionado ao impacto pela sensibilidade do público e outro religioso ou filosófico, interior, constituído pelas idéias metafísicas.
Artaud aponta várias formas objetivas para que o teatro atinja os nervos do público, mas sublinha veementemente que, caso haja estabelecimento de uma linguagem teatral fixa, esta arruinará o teatro, pois a cristalização de uma forma consiste, segundo ele, no impedimento do movimento da cultura, do espírito. É o rompimento da linguagem que toca a vida e impede a idolatria.
O espaço é uma exigência do teatro, não apenas por que reúne todas as linguagens, mas por ser um fator que age sobre a sensibilidade nervosa. Artaud não o compreende apenas fisicamente em suas dimensões, mas pretende utilizar seus “subterrâneos” . O espaço é que permite o encontro e o acordo entre os homens. É nele que a cultura, na forma compreendida por Artaud, ocorre, sendo um impulsionador dos deslocamentos e movimentos culturais. A linguagem espacial assume a função idêntica de transgredir o mundo já estabelecido – também por isso o espaço teatral assume uma composição diferente dos espaços teatrais convencionais. Ele abandonando a literatura se propõe a mergulhar na “cultura corpórea-gestual-musical” (FELÍCIO, 1996: 121), ou seja, na cena que é realmente a atividade e acontecimento teatral – manifestação da cultura. O teatro de Artaud quer fazer o espaço e fazê-lo falar, criando poesia no espaço através de imagens materiais, simbólicas.
Embora pareçam utópicas as pretensões de Artaud de transformar a sociedade, seus escritos tiveram grande influência no trabalho e experimentações de inúmeros grupos e encenadores, muitos com desejos semelhantes de revolução social, outros mais preocupados com experimentações estéticas e formais. Fato é, que não há como pensar o teatro de Artaud, sem levar em conta a cultura e a organização da sociedade e de seus valores. Negligenciar isto, é negligenciar as motivações de imersão no universo mítico pretendida pelo teórico, de compreender a função social do teatro. Contrário a muitos encenadores e reformadores do teatro no início do século XX, que tiverem interesses mais estéticos ou ambicionavam interferências políticas mais diretas, Artaud pretendia realizar sua revolução considerando sua época e o contexto no qual está imerso, propondo uma nova ordem, ou talvez seja melhor dizer, retomando uma antiga ordem mítica, ontológica.
No início do século XXI, nos defrontamos com valores sociais e econômicas bastante complexos, que possuem muitas relações com a época de Artaud, e igualmente nos deparamos com os pensamentos deste influente teórico do teatro, permanecendo ainda o desafio, irrealizável em sua totalidade, de um teatro indissociável da vida da sociedade. Gilbert Durand, pesquisador do Círculo de Eranos[3], afirma que a apreensão da realidade é marcada pela simbolização da vivência, e que os aspectos simbólicos e míticos do homem, não são de forma alguma inferiores ao pensamento racionalizado e à linguagem, justamente por que estão na origem destas, sendo anterior a elas (SCHEFFLER, 2002: 04). Artaud, pensando o teatro e a sociedade, caminhava solitário por esta forma de compreender a arte e a vida, e pode ser melhor compreendido quando nos deparamos com outros estudiosos que partilhavam um mesmo olhar, como é o caso de Gilbert Durand e do Círculo de Eranos. Estes estudos possuem diversos pontos em comum com as propostas artaudianas, fornecendo uma interessante epistemologia para o estudo de Artaud.
[2] É importante que se destaque que esta revolução está presente somente nos escritos de Artaud. Ela não foi mais que proclamada por ele, ou seja, sua prática e seus escritos apresentam uma contradição, na medida em que sua prática artística estava vinculada e dependente do teatro comercial.
[3] Enquanto Artaud desenvolvia seus escritos em meados da década de 30, um grupo de pesquisadores se articulava em Ascona, Suíça, assumindo uma composição interdisciplinar de caráter filosófico-científico: o Círculo de Eranos.
Este grupo foi composto por várias gerações de estudiosos de diversas áreas: antropólogos, psicólogos, fenomenólogos, mitólogos, orientalistas, entre outros, provindos de diversos países, especialmente europeus. Realizando conferências anuais, reuniu-se de 1933 a 1988.
Eranos buscava uma aproximação “cultural” do oriente, considerando-o como “um outro complementar”. Compreendendo que a razão não possibilita uma compreensão integral do ser humano, Eranos se propõe a compensar a unilateralidade da razão, confrontando-a com a questão simbólica, na tentativa de confluir o mito e a razão, para chegar a uma visão intermediária e complementar. Colocando-se em confronto com o funcionalismo instrumentalista (o corpo) e contra o estruturalismo formalista (o espírito/ a razão), propõe o simbólico (a alma) situado entre estes.
A questão do sentido ocupa lugar central em Eranos: o sentido da vida e da existência, a morte, a pergunta pelo divino, a razão em suas capacidades e limites. Para os pesquisadores eranistas, o significado simbólico surge somente a partir da experiência vivida, na relação direta, sentida, na epifania, na revelação.
BIBLIOGRAFIA:ARANTES, Urias Corrêa. Artaud: teatro e cultura. Campinas, Editora da UNICAMP: 1988.ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. São Paulo, Martins Fontes: 1993.FELÍCIO, Vera Lúcia. A procura da lucidez em Artaud. São Paulo, Perspectiva: 1996.SCHEFFLER, Ismael. A hermenêutica simbólica como possibilidade epistemológica para o estudo do espaço teatral. Periscope Magazine, nº 4, ano 2, dezembro de 2002, http://www.casthalia.com.br/casthaliamagazine/ano4/ismael_scheffler/scheffler.htm
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